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Claudinei escreveu: E também acho que as demais micros, exatamente por serem micros que focam a diversidade e cultura cervejeiras, deveriam ter essa preocupação (a Baden Baden Cristal, um exemplo que carrega o "pilsen" no rótulo, é uma piada!)
Claudinei escreveu: Citei a Abadessa e a Wäls como possíveis representantes (ia citar também a Bamberg, mas a pilsen deles não me convenceu muito). Suas pilsners "ortodoxas" atenderiam de modo satisfatório ao cargo de carro-chefe, ou um produto ainda mais leve e suave é estritamente necessário? A Wäls parece ter sucumbido, disponibilizando uma pilsner "de verdade" e outra, mais recente, "de mentirinha" . Vejo a iniciativa como uma tentativa de agradar a gregos e troianos...
Alexandre Almeida Marcussi escreveu: A Bamberg tem uma American lager chamada Bamberg Pilsen, que é o carro-chefe de vendas da cervejaria, e que é uma boa American lager, mas não é uma pilsner tradicional. E eles têm também a Camila Camila, que, esta sim, é uma Bohemian Pilsner tradicional (embora eu ache que está mais para uma German Pilsner com Saaz).
A Wäls, antigamente, comercializava na região de Belo Horizonte, apenas em chope, uma American lager que era chamada simplesmente de "Wäls Pilsen". Era uma reminiscência da época em que a Wäls não produzia cervejas "especiais". Essa receita foi descontinuada posteriormente e a X-Wäls, engarrafada, entrou no seu lugar. A X-Wäls é uma das American lagers mais interessantes do nosso mercado, na minha opinião (ou pelo menos costumava ser, faz muito tempo que não bebo). Paralelamente, a cervejaria também vende uma Bohemian Pilsner tradicional (também ali na fronteira, praticamente uma German Pilsner com Saaz), mas esta veio depois que a marca já tinha uma American lager há muitos anos.
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