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Luciana Ribeiro escreveu: Nos anos 80, quando as importações ainda eram raras, havia um bar em São Paulo (isso antes do Frangó) chamado Lo Spuntino. E ele tinha cervejas do mundo inteiro e algumas nacionais que eram muito raras por aqui como a Serra Malte e a Polar.
Foi lá que eu tomei uma Pilsner Urquell e descobri que cerveja era muito mais que Brahma. Depois tomei uma Niger, uma porter que era fabricada pela Antarctica, uma Guiness... daí não parei mais.
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