No caso da Weihenstephaner, a pronúncia mais próxima do alemão seria Vaienxtefána.
O W tem sempre som de V, o ditongo EI tem sempre som de AI; esse H no caso é mudo porque só indica que o ditongo anterior é um som longo; o S antes de consoantes normalmente tem som de X, o PH sempre tem som de F; o A é sempre aberto (Á e nunca Ã); e o ER no final tende a ficar parecido com um A. E a sílaba tônica é PHA, e não STE, como seríamos tentados a ler. Ufa!
Os nomes em alemão começam a ficar complicados quando aparecem aquelas tremas, uns sons que não existem em português... Na dúvida, para não parecer um alienígena, eu sempre opto por falar mais ou menos como se leria em português. Ou seja, no caso da Weihenstephaner, eu falo vaienstefãner mesmo. E, no caso da belgas, na dúvida, eu tendo a falar como se leria em francês (mas também sem carregar a pronúncia, suavizando o R etc. para "aportuguesar").