Cervejas de abadia/trapistas me fascinam desde a época do lançamento da Bohemia Confraria em nossa terra em meados de 2005 (com sua receita diferenciada e seu forte apelo de marketing voltado para a "tradição milenar dos monges"). Contribuem enormemente para a formação de uma cultura cervejeira ao quebrar determinados paradigmas em relação à bebida, tais como o de "bebida baixa de botequim ingerida aos montes por bêbados inconvenientes". Quer coisa melhor para promover esta cultura do que divulgar a histórica relação da cerveja com o catolicismo, especialmente em um forte país católico como o nosso?