Acho que a cerveja que tomei é diferente da degustada pelo Brejas. Única semelhança com uma dunkel foi na aparência, o sabor remete a uma doppelbock, aliás me lembrou MUITO (mesmo) a excelente Bock da Bamberg desse ano (2010), que é uma doppelbock. Sabor e aroma predominante que senti foi de caramelo/toffee, no fim do gole um chocolate amargo. O álcool marca forte presença logo de cara, o que pra mim não é ruim. A carbonatação da garrafa que tomei estava ótima, o creme não era muito denso, com bolhas grandes mas durou bastante deixando uma lâmina de pelo menos 0,5cm até o último gole.
Sou muito fã do estilo e achei a Christoffel uma excelente representante. Uma palavra que a descreve bem é potência, tanto dos maltes quanto do álcool, uma cerveja com muita personalidade que eu recomendo e tomarei muitas outras vezes.