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		<title><![CDATA[Pós Guerra  - Ranking BREJAS de avaliação de cerveja]]></title>
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								<title><![CDATA[Pós Guerra : ]]></title>
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				<img src="https://brejas.com.br/media/reviews/photos/thumbnail/120x120c/7c/d9/dd/22688-pos-guerra-24-1672680225.jpg" decoding="async" loading="lazy" alt="Pós Guerra" title="Pós Guerra" class="jrMediaPhoto" align="right" />				Aquele sabadão de sol &quot;luz de geladeira&quot; de um outono quase inverno, a oportunidade perfeita para abrir aquela Juicy IPA demoníaca que há muito habita o arsenal... minha reserva de oportunidade. A lata agrada, de um alaranjado pós&#45;apocalíptico e um poema simplório ao lado, remetendo a futuro triste e distante, povoado por crianças mudas telepáticas, mulheres rotas alteradas, rosas cálidas, radioativas, estúpidas e inválidas &#40;cf. A Rosa de Hiroxima &#40;1954&#41;, de Vinícius de Moraes&#41;, caçadores noturnos e outras monstruosidades como o demônio avermelhado que sorri em meio ao que restou de alguma cidade esquelética da América do Norte &#45; &quot;o cenário é de pânico e destruição &#40;...&#41; após o caos, há sempre um recomeço&quot;&#41;. Analogias poéticas à parte, a explosão de aromas lupulados realmente se faz presente, acompanhado de notas cítricas e de frutas amarelas, emanando de um belo líquido amarelo&#45;palha coroado por uma espuma fina e transitória. O gole é estridente, explosivo &#40;estou sugestionado&#41;, com amargor de moderada intensidade, presente do meio para o final da degustação e que volta no retrogosto. Acompanham nuances de maracujá, manga e laranja, juro que senti a adstringência da água de coco no final. Uma experiência digna de nota!				]]></description>
				<pubDate>Sat, 10 Jun 2023 16:25:21 +0000</pubDate>
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