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		<title><![CDATA[Drei Adler Damned By God - Ranking BREJAS de avaliação de cerveja]]></title>
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								<title><![CDATA[Drei Adler Damned By God: ]]></title>
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				<img src="https://brejas.com.br/media/reviews/photos/thumbnail/120x120c/e7/8a/f9/3271-drei-adler-damned-by-god-71-1403032850.jpg" decoding="async" loading="lazy" alt="Drei Adler Damned By God" title="Drei Adler Damned By God" class="jrMediaPhoto" align="right" />				Numa interpretação de um dos estilos mais amaldiçoados do mundo cervejeiro, que tem nomes como Duvel, Lucifer, Malheur e Maudite, a Drei Adler também entra na onda com a sua Belgian Golden Strong Ale batizada de Damned By God.
Servida na taça, apresentou coloração dourada, um pouco "fosca", e opaca. Seu creme se formou com um bom volume, apresentando cor branca e uma persistência razoável.
Algo de estranho já foi perceptível no aroma. A cerveja estava com aromas que me lembraram a Saison dos caras, ou seja, aromas de leveduras selvagens do gênero Brettanomyces. Minha primeira percepção de aroma é de queijo, seguida de notas frutadas de pêssego em caldas, banana e limão. Os maltes se fazem bem presentes, trazendo algo de mel, pão e xarope. Por fim, aromas mais terrosos e apimentados (pimenta-do-reino).
O paladar traz a doçura dos maltes com bastante destaque, que é ainda ressaltado pelos toques frutados que ainda trazem um pouquinho de acidez. O final traz toques medicinais um pouco incomodos e uma sensação que remete a cervejas de fermentação espontânea, denunciando talvez algum tipo de contaminação. Tem carbonatação média para alta, corpo médio e o álcool presente.
De longe foi a cerveja da Drei Adler que menos me agradou. Acredito ter ocorrido algum escorregão por aí. Os aromas de fermentação espontânea encobriram os delicados aromas frutados das leveduras. 				]]></description>
				<pubDate>Fri, 09 Mar 2012 14:30:51 +0000</pubDate>
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