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		<title><![CDATA[Cervejas da Bélgica - Ranking BREJAS de avaliação de cerveja]]></title>
		<description><![CDATA[RSS Feed do Ranking de Cerveja do BREJAS]]></description>
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								<title><![CDATA[Struise / Portsmouth Kabert: ]]></title>
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				<img src="https://brejas.com.br/media/reviews/photos/thumbnail/120x120c/a8/aa/3f/3024_kabert-struise-portsmouth-420-1324641907.png" decoding="async" loading="lazy" alt="Struise / Portsmouth Kabert" title="Struise / Portsmouth Kabert" class="jrMediaPhoto" align="right" />				Sexagésima quinta avaliação - primeira Russian Imperial Stout degustada - primeira Struise avaliada.
 
A Struise Kabert tem seu nome fruto da junção do 'Ka' da cerveja Kate The Great RIS (Portsmouth - EUA) e 'bert', de Black Albert (Struise - Bélgica). Trata-se de uma mistura de ambas as cervejas (2/3 de Black Albert e 1/3 da Kate) e que é envelhecida por um ano em barris. É do estilo Russian Imperial Stout que caracteriza cervejas de alta fermentação, com pouco gás, forte sabor de chocolate, café e maltes torrados, coloração muito escura e grande complexidade tanto no aroma quanto no sabor. A história do estilo remonta ao século XVIII época em que a Corte Imperial da Rússia teria viajado a Londres e, tendo gostado das Stouts locais, encomendou barris daquela cerveja. Entretanto, a longa viagem através do mar Báltico terminava por estragar a cerveja. A solução foi desenvolver uma stout robusta e alcoólica o suficiente para suportar a viagem, preservando a cerveja e impedindo que ela congelasse. Esse tipo de stout foi batizada de Russian Imperial Stout, ou simplesmente Imperial Stout. 

É produzida pela Cervejaria Struise, fundada em 2001 rapidamente alcançou prestígio e hoje é tida por muitos como das melhores do mundo. Está situada na cidade de Vleteren, oeste da Bélgica, distante 135 quilômetros de Bruxelas e perto da fronteira com a França. Em seu vasto portfólio de cervejas destaco a Pannepot, Black Albert, série Black Damnation e Rio Reserva algumas das quais aguardam para serem degustadas por este apreciador iniciante.

Vintage 2011 - validade 2017. A garrafa é de 330 ml, cor marrom clássico e o rótulo é belíssimo! Ilustrado com vários escudos semelhantes aos símbolos de países e de clãs familiares tem-se ao centro o mais belo, este ornado com dois anjos guarnecendo um escudo maior com o que parece ser São Jorge ao centro. Contudo, não encontrei vínculo entre São Jorge e a Bélgica. 

Vertida na taça revelou um líquido de coloração marrom escuro, não translúcido, espuma também marrom de exuberante formação e consistência, destacada manutenção, com bolhas médias. Ao girá-la na taça as paredes laterais do vidro ficam tomadas pelo líquido viscoso mais ou menos como bolinhas de sagú escorrendo. Maravilha! Perlage (bolhas) praticamente imperceptível. 

O aroma desta cerveja é coisa do outro mundo! Intenso, aromático, instigante, agradável e muito complexo. Notas e mais notas de maltes torrados, chocolate, café, baunilha, álcool evidente, ameixa, frutas secas, açucar cristalizado e diminuto lúpulo. 

No paladar o líquido também revela toda a dimensão de sua complexidade. De caráter cremoso, espesso e adocicado percebe-se na cerveja marcantes notas de malte torrado, café, chocolate amargo, baunilha, passas, ameixas, melaço, vinho do porto, álcool e sutil lúpulo que denota algum amargor. O final se mostra seco e torrado. A carbonatação é baixa e o corpo médio-alto e apesar disso eu mataria sozinho uma garrafa de 750ml. A propósito, eu levei uma hora para beber a garrafa de 330ml só admirando a apresentação e pensando nas infindáveis lembranças de aromas e sabores... O álcool de 11,5% ABV é muito bem inserido, mas não consegue se impor ante tantos sabores. Enfim, está em harmonia com o belo e prazeroso conjunto. A drinkability é excepcional! 

Agora eu entendo porque muitos tem a RIS como seu estilo predileto. Essa Kabert é fantástica e eu quase abri a segunda garrafa, mas me contive e vou deixá-la evoluir até... 2017.

Imperdível!				]]></description>
				<pubDate>Tue, 19 Feb 2013 02:17:36 +0000</pubDate>
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								<title><![CDATA[Struise / Portsmouth Kabert: ]]></title>
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				<img src="https://brejas.com.br/media/reviews/photos/thumbnail/120x120c/a8/aa/3f/3024_kabert-struise-portsmouth-420-1324641907.png" decoding="async" loading="lazy" alt="Struise / Portsmouth Kabert" title="Struise / Portsmouth Kabert" class="jrMediaPhoto" align="right" />				Cerveja preta sem nenhuma translucidez, de espuma marrom belíssima com boa formação e duração, no aroma malte torrado, madeira e frutas vermelhas de muita complexidade, na boca uma cerveja aveludada e encorpada com sabores de madeira, café e vinho do porto. Uma cerveja com o melhor dos dois mundos para finalizar a noite como um bom digestivo, parecendo a junção de um bom café expresso com um ótimo vinho do porto.           				]]></description>
				<pubDate>Mon, 29 Oct 2012 18:53:20 +0000</pubDate>
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								<title><![CDATA[Struise / Portsmouth Kabert: ]]></title>
				<link>https://brejas.com.br/cerveja/belgica/discussions/review?id=40304</link>
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				<img src="https://brejas.com.br/media/reviews/photos/thumbnail/120x120c/a8/aa/3f/3024_kabert-struise-portsmouth-420-1324641907.png" decoding="async" loading="lazy" alt="Struise / Portsmouth Kabert" title="Struise / Portsmouth Kabert" class="jrMediaPhoto" align="right" />				Na minha visita a loja da De Struise em Bruges, me deparo com uma bela surpresa: a Kabert. Uma Imperial Stout, que na verdade é um blend da já famosa Black Albert da De Struise e da Imperial Stout Kate The Great, da inglesa Portsmouth. O resultado é uma das melhores Imperial Stout que já tomei na vida, de caráter bem licoroso, mostrando aromas rústicos, mas também a profundidade dos maltes. A cerveja nunca foi engarrafada, o que torna bem difícil o acesso a ela, e tem poucas avaliações até em Rankings gringos. 
Mostrou uma coloração marrom bem escuro e completamente opaca. O creme mal se formou, e mostrou brevemente sua coloração marrom, em tons mais claros.
Os aromas são tão ricos que lembram um bolo, com potentes lembranças de chocolate, além de notas frutadas de ameixa, cereja e banana. Mais ao fundo notas mais rústicas de madeira e café, contrastando com a maciez dos maltes que trazem aveia e mel.
A presença dos maltes são o destaque na boca também, trazendo um caráter extremamente licoroso e adocicado, praticamente sem gás algum e com um textura tão grossa, que chega a lembrar uma mousse de chocolate amargo. Para contrastar com a marcante doçura, há sim os lúpulos em evidência, trazendo um amargor herbal, que remete um pouco a fumo e o lado mais torrado dos maltes lembrando a café.
Acaba não apresentando tanta complexidade quanto muitas Imperial Stout, mas traz a licorosidade e o um perfil não tão torrado, o que me agrada bastante no estilo. Se você ver algum tipo de indicação que o boteco possui a cerveja engatada na torneira, não perca a chance.				]]></description>
				<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 11:30:01 +0000</pubDate>
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