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		<title><![CDATA[Schneider TAP X Cuvée Barrique - Ranking BREJAS de avaliação de cerveja]]></title>
		<description><![CDATA[RSS Feed do Ranking de Cerveja do BREJAS]]></description>
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								<title><![CDATA[Schneider TAP X Cuvée Barrique: ]]></title>
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				<pubDate>Mon, 20 Apr 2015 21:42:34 +0000</pubDate>
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								<title><![CDATA[Schneider TAP X Cuvée Barrique: ]]></title>
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Sabor muito complexo, levemente ácido.				]]></description>
				<pubDate>Mon, 23 Feb 2015 12:43:29 +0000</pubDate>
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								<title><![CDATA[Schneider TAP X Cuvée Barrique: ]]></title>
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				<img src="https://brejas.com.br/media/reviews/photos/thumbnail/120x120c/17/d8/79/_resizeImageWSFOTOS.php-1347450939.jpg" decoding="async" loading="lazy" alt="Schneider TAP X Cuvée Barrique" title="Schneider TAP X Cuvée Barrique" class="jrMediaPhoto" align="right" />				Perdi, de alguma forma a avaliação desse rótulo.
Cerveja extremamente complexa, vinho tinto junto com outras frutas, fermento, malte, álcool... todos intensos e muito bem "mistruados".
Vale a compra!				]]></description>
				<pubDate>Wed, 28 May 2014 22:21:53 +0000</pubDate>
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								<title><![CDATA[Schneider TAP X Cuvée Barrique: ]]></title>
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				<img src="https://brejas.com.br/media/reviews/photos/thumbnail/120x120c/17/d8/79/_resizeImageWSFOTOS.php-1347450939.jpg" decoding="async" loading="lazy" alt="Schneider TAP X Cuvée Barrique" title="Schneider TAP X Cuvée Barrique" class="jrMediaPhoto" align="right" />				Mein Aventinus Barrique - Weisses Brauhaus G. Schneider & Sohn
Data de degustação: 05/04/2014
Volume: 750 mL
Temperatura de degustação: 9,4 °C
Horário de degustação: 18:1
Copo: Goblet (Cuvée du Chateau)

1. Aroma: complexidade é o nome aqui! Uma mistura de vinho tinto, especiarias e aromas provenientes de Brett e bactérias láticas. Quase imperceptível, o álcool se faz presente também no aroma, dando um toque adocicado ao aroma. A medida que a cerveja esquenta no copo, baunilha aparece com força. Espetacular.

2. Aparência: marrom, turva, com creme de cor bege, pouco duradouro, que se desfaz em uma fina camada na superfície da cerveja.

3. Sabor: se o aroma é complexo, o sabor então...começando por uma análise sensorial simples, a cerveja é levemente adocicada e o amargor quase inexistente (mas suficiente para contrabalançar a doçura). Esta doçura é advinda do álcool, que se faz presente na garganta com o seu tradicional "toque de calor" e também do malte, cujo sabor se apresenta bastante integrado ao álcool. Por outro lado, há uma acidez leve, quase lembrando uma lambic, mas que resulta em uma drinkability monstruosa! Mas isto é só a "cereja do bolo"...Uma avaliação mais cuidadosa desta cerveja revela sabores típicos de Brettanomyces (couro, ésteres e fenólicos exóticos, como pera e canela), e também os sabores dos barris usados para maturar a cerveja, com um fantástico gosto de vinho tinto (cabernet sauvignon é o que me vem na mente neste momento) e sabores de madeira e baunilha. Fantástica.    

4. Sensação: drinkability que excede qualquer escala, corpo médio/leve, carbonatação fraca mas gostosa.

5. Avaliação geral: é uma cerveja cara, difícil de encontrar no Brasil, mas que compensa o investimento. O sabor e aroma desta cerveja, diferente das weizendoppelbock convencionais, literalmente "explodem" a mente. É uma cerveja gostosa e diferente, com uma abordagem artística (maturação em barris por oito meses) que não é convencional para uma cerveja alemã. Compre, compre, compre!				]]></description>
				<pubDate>Sat, 05 Apr 2014 21:37:45 +0000</pubDate>
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				<img src="https://brejas.com.br/media/reviews/photos/thumbnail/120x120c/17/d8/79/_resizeImageWSFOTOS.php-1347450939.jpg" decoding="async" loading="lazy" alt="Schneider TAP X Cuvée Barrique" title="Schneider TAP X Cuvée Barrique" class="jrMediaPhoto" align="right" />				Ps: a avaliação refere-se à Mein Cuvée Barrique que usa como base uma mistura entre a Unser Aventinus & Eisbock Aventinus.
Uma cerveja complexa provando que a escola alemã também ousa, o que vem ficando uma marca registrada da Schneider. Uma cerveja de difícil avaliação, que merece muita calma e uma degustação especial por trata-se de algo totalmente fora do convencional.
A mais celebrada weizenbock do mundo envelhecida em barris de pinot noir merece.
Vertida apresentou um líquido acobreado escuro com uma baixa formação de creme com pequena persistência.
O aroma desprende-se aos poucos, com destaque para as notas azedas lembrando brettanomyces, que vem com frutas vermelhas, baunilha e notas licorosas.
O sabor tem uma entrada maltada forte da base da Aventinus, com sensações que podem até indicar adição de açúcar (mas que vem do malte e do vinho). Sensações doces que alternam-se à sensações azedas e muita acidez. Notas licorosas de vinho do porto e cassis aparecem com intensidade. O final é bastante ácido, frutado e um tanto adstringente.
Corpo médio assim como a carbonatação compõe um conjunto bem diferenciado. Uma cerveja do tipo ame ou odeie, indicada para os fãs de cerveja com fermentação diferenciada. 
Vale, e muito, a experiência.


				]]></description>
				<pubDate>Sun, 02 Dec 2012 20:58:05 +0000</pubDate>
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								<title><![CDATA[Schneider TAP X Cuvée Barrique: ]]></title>
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				<img src="https://brejas.com.br/media/reviews/photos/thumbnail/120x120c/17/d8/79/_resizeImageWSFOTOS.php-1347450939.jpg" decoding="async" loading="lazy" alt="Schneider TAP X Cuvée Barrique" title="Schneider TAP X Cuvée Barrique" class="jrMediaPhoto" align="right" />				Uma elegante breja marrom escura, turva e praticamente sem espuma. O aroma é vinagre de vinho no começo e evolui para vinho tinto e álcool. O sabor vem fortemente aviangrado também, evoluindo para um amadeirado, alcóolico, vinho tinto suave e finalizando com a doçura do porto. A textura resinosa e licorosa é maravilhosa. A acidez é presente e se torna aceitável ao longo que a cerveja se abre. Apesar de tantas impressões fortes, a cerveja é bem balanceada. Excelente.				]]></description>
				<pubDate>Sat, 01 Dec 2012 18:07:25 +0000</pubDate>
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								<title><![CDATA[Schneider TAP X Cuvée Barrique: ]]></title>
				<link>https://brejas.com.br/cerveja/alemanha/discussions/review?id=50584</link>
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				<img src="https://brejas.com.br/media/reviews/photos/thumbnail/120x120c/17/d8/79/_resizeImageWSFOTOS.php-1347450939.jpg" decoding="async" loading="lazy" alt="Schneider TAP X Cuvée Barrique" title="Schneider TAP X Cuvée Barrique" class="jrMediaPhoto" align="right" />				Com certeza, uma das cervejarias alemãs que mais me impressiona até hoje é a Schneider. Além de cervejas de trigo fantásticas, a cervejaria consegue inovar em técnicas diferentes de produção, como Dry-hoppin', inserção de lúpulos modernos, congelamento fracionado e maturação em madeira. Este último, é o caso da nova Schneider da linha TAP X. Trata-se da Weizenbock mais tradicional da história, a Schneider Aventinus, maturada em barris de Pinot Noir. O resultado é excelente, com toda a alma que a Aventinus tinha, mas com a maturação diferenciada conferindo mais complexidade de aromas e características inesperadas para uma Weizenbock.
Apresentou coloração acobreada, com sutis reflexos avermelhados e pouca translucidez. Seu creme é bem formado, apresentando coloração bege e ainda mostrando duração surpreendente, desenhando rendas nas laterais da taça.
Aromas frutados dominam o olfato, graças a cortesia dos ésteres e maturação nos barris de vinho. Sugestões vívidas de ameixa, cereja e framboesa se fazem presentes, além de tons de tutti-fruti, uva e morango. Ao fundo um maltado que remete a caramelo e aromas de madeira e baunilha, advindos da maturação no carvalho.
A carga dos maltes abundante se faz evidente com a doçura que abre o gole, numa boa interação com as nuances frutados que remetem principalmente a frutas vermelhas e escuras. O mais interesssante é a acidez marcante que a maturação nos barris trouxe, lembrando uma Red Ale de Flandres mais pesada e maltada. Essa robustez é notável no corpo, que é característico da tradicional Weizenbock, além de uma carbonatação mediana e uma adstringência evidente, graças a maturação nos barris de Pinot Noir.
O experimentalismo e a técnica do mestre-cervejeiro Hans-Peter Drexler é ivejável. Para aqueles que ainda insistem em dizer que a Alemanha parou no tempo e fica muito limitada a Lei da Pureza, está aí mais uma contra-proposta. Claro que a Reinheitsgebot limita o cervejeiro, mas a criatividade de alguns cervejeiros mostra que é sempre possível inovar de várias maneiras.				]]></description>
				<pubDate>Sun, 16 Sep 2012 17:43:46 +0000</pubDate>
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