Coloração escura, creme denso e persistente. Notas de malte, caramelo, chocolate e torrefação, no aroma e no sabor, ambos muito agradáveis. Gosto doce, com um ótimo final que se mostra um pouco amargo. Uma cerveja muito saborosa.
Bock holandesa que não é filtrada e nem pasteurizada. Possui uma coloração marrom escuro e demonstrou uma bela formação e persistência de um creme bege. No aroma há forte presença de caramelo, toffee e malte. Muito prazeroso! O sabor reforça o que foi demonstrado no aroma e também apresenta um retrogosto um pouco alcoólico, porém nada que comprometa. É uma bock bem encorpada, típica de uma cerveja não filtrada. Cerveja com um belo conjunto, linda apresentação! Recomendo!
Acho que a cerveja que tomei é diferente da degustada pelo Brejas. Única semelhança com uma dunkel foi na aparência, o sabor remete a uma doppelbock, aliás me lembrou MUITO (mesmo) a excelente Bock da Bamberg desse ano (2010), que é uma doppelbock. Sabor e aroma predominante que senti foi de caramelo/toffee, no fim do gole um chocolate amargo. O álcool marca forte presença logo de cara, o que pra mim não é ruim. A carbonatação da garrafa que tomei estava ótima, o creme não era muito denso, com bolhas grandes mas durou bastante deixando uma lâmina de pelo menos 0,5cm até o último gole.
Sou muito fã do estilo e achei a Christoffel uma excelente representante. Uma palavra que a descreve bem é potência, tanto dos maltes quanto do álcool, uma cerveja com muita personalidade que eu recomendo e tomarei muitas outras vezes.
Uma senhora Bock, resumiria o que essa holandesa representa. Traz um perfil de maltes potentes, mantendo o equilíbrio, mesmo sendo uma das Bock mais potentes que já provei. Esta cerveja só provou pra mim algo que já imaginava: os caras não fazem uma cerveja ruim. Todas muito acima da média.
Sua cor é marrom escura, com fortes reflexos avermelhados e média translucidez. Seu creme se forma em médias proporções e se dissipa com facilidade, sujando levemente a taça com a cor bege.
O aroma revela-se deliciosamente marcante e complexo, trazendo um alto destaque para os maltes, que nos brinda com notas de frutas escuras como ameixas e uvas-passas , somados a notas de nozes e ainda com um fundo macio de caramelo, chocolate e um tiquinho de café. Um pouco menos intenso, vem aromas de avelã e xarope. O lúpulo traz notas nobres de flores e um toquinho amadeirado.
Seu desempenho melhora potencialmente na boca, mostrando mais intensidade e mantendo a boa complexidade. O malte é extremamente acolhedor e macio, com potentes notas de chocolate amargo, caramelo e café, mas de forma muito intensa. Em contraste aparecem notas frutadas, com sugestões mais fortes de frutas secas. O final é intenso em todas as suas nuances, trazendo um perfil altamente seco, levemente ácido e um amargor que não é dos mais fracos, deixando um final com sugestões de café, xarope e madeira. O corpo é robusto como deveria, segurando muito bem toda a potência que a cerveja traz. O álcool é levemente perceptível, muito bem balanceado.
Ótima bock. Escura e encorpada, com grande predominância no sabor caramelizado. Deixa transparecer bastante o alcool, mas de forma equilibrada. Baixa formação de espuma. Possui formação de corpo de fundo, que deixa a cerveja mais densa e com um retrogosto persistente.